Primeira viagem internacional: transportes

Olá!!!

Hoje as dicas são de como translatar pela Europa, na verdade, são os transportes mais comuns e que oferecem o melhor custo x benefício.

     Depois de escolher as passagens aéreas principais, tá na hora de decidir como você vai transladar pelo (s) destino (s). Se for ficar em uma única cidade, pesquise sobre tickets de metrô (existem uns que você pode usar o mesmo durante uma semana inteira ou só por 3, 5 dias), ônibus, aluguel de carros, etc. Porém, se pretende viajar de um país a outro ou para uma cidade mais distante que não valha a pena o transporte público, existem companhias aéreas “Low Cost” (de baixo custo). São companhias que fazem voos curtos, sem muitas regalias, de aproximadamente 1:30 hrs à 3hrs, mas por serem voos mais rápidos, elas não cobram tarifas tão altas. A mais conhecida é a Ryanair (ou Rio Doce/CDU voador hahahaha), não achei tãão ruim assim não – para o preço. Outra bem famosa e melhorzinha é a EasyJet.

Imagem de dentro de um avião da Ryanair. Bem apertadinho 😛


A maior desvantagem para mim é que não tem refeição ou é bem fraquinha e todo o resto é pago. Além disso os voos são sempre lotados, não pode marcar lugar, não tem seguro viagem, você só tem direito à uma bagagem de mão (com medidas precisas checadas antes do embarque, dependendo da companhia pode variar de 6kg a 10kg), se precisar despachar bagagem o preço varia também, sendo em média uns € 50 euros. Mas o voo em si, decolagem e aterrizagem são bem parecidos com as companhias normais.

Pra encontrar as melhores tarifas eu usei o site eDreams (esse é de Portugal), é no mesmo estilos dos outros citados no post anterior, dá pra simular o trecho principal e entre as cidades próximas, ou voos low cost, tem opções de hoteis, aluguel de carros, boas promoções, etc.

As companhias low cost geralmente, para baixar ainda mais os preços, fazem as viagens entre aeroportos menores do que os principais de cada cidade. Eles ficam mais na periferia, por isso é bom que se tenha uma ideia de como chegar no centro, evitando assim surpresas ‘desagradáveis’.

Alguns trechos valem mais à pena pegar um trem ou um ônibus noturno. Eu não fiz nenhuma viagem de trem porque no fim não ia compensar, elas são mais cansativas e acabava saindo até um pouco mais caras e bem mais duradouras do que as de avião. Eu pesquisei os preços dos trens pela RailEurope – tem trechos à toda hora.
E de ônibus eu fiz um trecho noturno de 8h pela MegaBus, cheguei bem cedo no local do embarque (que era um terreno meio macabro de filme de terror americano, não tinha quase ninguém e tava anoitecendo kkkkkkk ~altas aventuras~) e o rapaz do ônibus foi suuuper gente boa! Eu (e o meu namorado) fomos os primeiros a entrar no ônibus e pudemos sentar nas poltronas mais espaçosas. Compramos o ticket na estação de metrô central de Amsterdã assim que chegamos lá e a viagem foi um pouco desconfortável, mas tranquila.

DICAS LOW COST:

  • Sextas, sábados, domingos e segundas são os dias mais procurados e geralmente os mais caros, portanto é aconselhável procurar passagens para os outros dias.
  • Os horários mais inconvenientes são os mais baratos, como de madrugada.
  • Comprar com antecedência! Vale para qualquer companhia. No máximo com 15 dias de antecedência das viagens Low Cost e pelo menos um mês antes nas viagens comuns.

Lembrando que é importante pesquisar e ler todas as regras das companhias para não acontecer imprevistos que possam estragar ou comprometer suas viagens.

Espero que tenham gostado!! Continuem acompanhando.
Xoxo, Luíza Correia

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