Primeira viagem internacional: hospedagem

Oi gente, tudo certo??

Compradas as passagens e definidos os destinos, vamos procurar onde ficar. É uma mão na roda quando conhecemos alguém que mora no nosso destino e pode ceder um espacinho para nos hospedar, pois acreditem, o maior gasto da viagem é com hospedagem.

Dica 1: Onde procurar?
Tem dois sites muito bons que eu sempre uso, são o Hostelworld e o Booking. Como o nome já diz, o hostelworld tem mais hostels, no booking é mais fácil encontrar hoteis. Você também pode achar boas promoções nos sites das redes de hoteis, tipo o Accor (que tem bons hoteis no mundo todo). Neles você pode ver a disponibilidade dos quartos, os preços, recomendações, distância do centro e também podem deixar sugestões depois da sua estadia. O pagamento pode ser feito 100% na hora ou na maioria das vezes você paga apenas 10% da reserva, por cartão de crédito. É importante observar se eles aceitam o seu cartão no hotel ou hostel que você escolheu. Estes sites são muito confiáveis!

Dica 2: Hotel x Hostel:
O que é melhor, hostel ou hotel? Isso vai da sua preferência, os dois tem suas vantagens e desvantagens. Por exemplo, os hostels são mais baratos, você pode conhecer pessoas de vários lugares do mundo e fazer amigos. Por outro lado, como eles tem quartos de 4, 6, 12 pessoas, às vezes dá um azar que as outras pessoas são muito barulhentas e não respeitam. Já os hoteis são mais caros, mas se você procurar bem, pode encontrar um que valha mais a pena do que um hostel. Por exemplo se você estiver viajando em um grupo de 4 pessoas, alguns hoteis lançam promoções que quando você divide, o preço fica quase o mesmo que de um hostel. Em algumas cidades mais caras, como Paris, isso é fácil acontecer.

Dica 3: O que levar em consideração na escolha do hostel/hotel?
É importante ter uma ideia do meio de transporte que você vai usar para se deslocar, o horário que você pretende sair e chegar ao local e se a vizinhança é segura. Facilita muito estar hospedado próximo à uma estação de metrô ou parada de ônibus, porque transporte público nesses países funcionam de verdade, gente. *-*

Dica 4: Ter informações sobre o estabelecimento:
É muito importante ler as opiniões dos outros hóspedes, nos sites que eu indiquei acima tem falando os reviews de cada hotel e uma nota pra as categorias localidade, segurança, limpeza, etc.

Dica 5: Couch surfing.
Também tem a opção de couch surfing. Couch surfing é um esquema bem comum na Europa, que você troca hospedagens, você se hospeda na casa de alguém e se quiser recebe a pessoa no sofazinho da sua casa, não é obrigado. Eu nunca fiz, mas acho muito legal e sempre tive vontade de fazer, conheço pessoas que já fizeram e conheceram pessoas espetaculares e é cada estória, viu?! hahahaha. É confiável também, mas é bom sempre manter contato com a pessoa, tentar conhecer um pouco dela antes, porque já ouvi gente dizendo que o “couch” furou e em cima da hora teve que arrumar outro lugar pra ficar. O site é este, você se cadastra e já pode ir procurando.

Boa sorte na escolha da hospedagem, espero que estas dicas ajudem vocês e que tenham gostado.

E vocês tem alguma dica de hospedagem?

Beijinhos.

Primeira viagem internacional: transportes

Olá!!!

Hoje as dicas são de como translatar pela Europa, na verdade, são os transportes mais comuns e que oferecem o melhor custo x benefício.

     Depois de escolher as passagens aéreas principais, tá na hora de decidir como você vai transladar pelo (s) destino (s). Se for ficar em uma única cidade, pesquise sobre tickets de metrô (existem uns que você pode usar o mesmo durante uma semana inteira ou só por 3, 5 dias), ônibus, aluguel de carros, etc. Porém, se pretende viajar de um país a outro ou para uma cidade mais distante que não valha a pena o transporte público, existem companhias aéreas “Low Cost” (de baixo custo). São companhias que fazem voos curtos, sem muitas regalias, de aproximadamente 1:30 hrs à 3hrs, mas por serem voos mais rápidos, elas não cobram tarifas tão altas. A mais conhecida é a Ryanair (ou Rio Doce/CDU voador hahahaha), não achei tãão ruim assim não – para o preço. Outra bem famosa e melhorzinha é a EasyJet.

Imagem de dentro de um avião da Ryanair. Bem apertadinho 😛


A maior desvantagem para mim é que não tem refeição ou é bem fraquinha e todo o resto é pago. Além disso os voos são sempre lotados, não pode marcar lugar, não tem seguro viagem, você só tem direito à uma bagagem de mão (com medidas precisas checadas antes do embarque, dependendo da companhia pode variar de 6kg a 10kg), se precisar despachar bagagem o preço varia também, sendo em média uns € 50 euros. Mas o voo em si, decolagem e aterrizagem são bem parecidos com as companhias normais.

Pra encontrar as melhores tarifas eu usei o site eDreams (esse é de Portugal), é no mesmo estilos dos outros citados no post anterior, dá pra simular o trecho principal e entre as cidades próximas, ou voos low cost, tem opções de hoteis, aluguel de carros, boas promoções, etc.

As companhias low cost geralmente, para baixar ainda mais os preços, fazem as viagens entre aeroportos menores do que os principais de cada cidade. Eles ficam mais na periferia, por isso é bom que se tenha uma ideia de como chegar no centro, evitando assim surpresas ‘desagradáveis’.

Alguns trechos valem mais à pena pegar um trem ou um ônibus noturno. Eu não fiz nenhuma viagem de trem porque no fim não ia compensar, elas são mais cansativas e acabava saindo até um pouco mais caras e bem mais duradouras do que as de avião. Eu pesquisei os preços dos trens pela RailEurope – tem trechos à toda hora.
E de ônibus eu fiz um trecho noturno de 8h pela MegaBus, cheguei bem cedo no local do embarque (que era um terreno meio macabro de filme de terror americano, não tinha quase ninguém e tava anoitecendo kkkkkkk ~altas aventuras~) e o rapaz do ônibus foi suuuper gente boa! Eu (e o meu namorado) fomos os primeiros a entrar no ônibus e pudemos sentar nas poltronas mais espaçosas. Compramos o ticket na estação de metrô central de Amsterdã assim que chegamos lá e a viagem foi um pouco desconfortável, mas tranquila.

DICAS LOW COST:

  • Sextas, sábados, domingos e segundas são os dias mais procurados e geralmente os mais caros, portanto é aconselhável procurar passagens para os outros dias.
  • Os horários mais inconvenientes são os mais baratos, como de madrugada.
  • Comprar com antecedência! Vale para qualquer companhia. No máximo com 15 dias de antecedência das viagens Low Cost e pelo menos um mês antes nas viagens comuns.

Lembrando que é importante pesquisar e ler todas as regras das companhias para não acontecer imprevistos que possam estragar ou comprometer suas viagens.

Espero que tenham gostado!! Continuem acompanhando.
Xoxo, Luíza Correia

Primeira viagem internacional: passagens

Ooooi, galera..

Desculpem a demora pra atualizar o blog, mas é que ~fim de período na faculdade, cês sabem, né?!~ Mas hoje eu vou começar a falar da minha jornada que antecedeu a minha viagem, que vai ter muitas dicas pra vocês leitores.

Muita gente me pergunta se pra ir à passeio à Europa precisa de visto. Na verdade, só é necessário o “Visa” se você for passar mais de 3 meses (por motivo comprovado, de estudo, trabalho), – acredito que na maioria dos países da União Europeia seja assim.

Imagem

     Quando você decide fazer uma viagem “grande” internacional, primeiramente, claro, você precisa definir para que país ou região se deseja ir (no meu caso, eu “escolhi” a Europa pelo motivo já dito no post anterior) e a duração da viagem, pra então começar a montar o roteiro e assim, vai ajustando a quanto você pode gastar. É sempre importante pesquisar muito antes de comprar as passagens, pois, às vezes, uma coisa que parece sair mais barata acaba sendo mais cara. Como assim? Exemplo, se você encontrou uma passagem a uma tarifa boa, os dois trechos ida e volta, para uma cidade, é bom ver se no fim da viagem vai ser mais econômico voltar para o mesmo lugar de chegada ou já ir da cidade final.
PS.: Não é ideal você viajar só com a passagem de ida, pois quando você entra num país (pelo menos nos aeroportos que eu passei), ao passar na imigração eles seeeempre fazem umas perguntinhas e às vezes pedem pra mostrar coisas que provem que você não vai permanecer ali (passagem de volta) e que tem lugar pra ficar no país de destino (reserva de hoteis ou carta de quem vai lhe hospedar).

Se for sair mais caro do que se deseja, a dica que eu encontrei vasculhando sites e blogs sobre viagens foi de comprar a passagem multitrecho, ou seja, chegando por uma Imagem cidade e voltando por outra. É sempre bom estar atento às promoções, eu sempre acompanho o Melhores Destinos que além de divulgar boas promoções, também fala sobre algumas companhias aéreas, e você ainda pode receber tudo isso por e-mail (eu acho bem legal porque eu checo meu e-mail e só preciso ir no site mesmo quando alguma promoção me interessa, não perco muito tempo). Também tem o Decolar.com, o Skyscanner e o Mundi, para simular os valores das passagens, (tem até pra pesquisar hotéis) que eu olho às vezes quando tô precisando muito de uma passagem mais barata, pra comparar e tal, porque o MelhoresDestinos também dá essas opções. O ruim desses sites, não sei porque, mas é que eles sempre tem taxas altíssimas, que em alguns trechos nacionais saem até mais caras do que a própria passagem, absurdo.

Depois de pesquisar nesses sites e encontrar a tarifa que mais se adéqua ao roteiro, eu vou no site da companhia e confiro sem aquelas taxas tão altas, no site da companhia também podemos ver os valores de datas próximas à que escolhemos, o que também é um ponto positivo. Escolhidos as datas, horários de voo e preenchidos os dados do passageiro, você também seleciona a forma de pagamento, que é usualmente apenas com cartão de crédito.

Se você não conseguiu ou não confia em compras online (eu só comprei pelo site da Condor (empresa alemã) e da Azul (que só opera voos nacionais) – não deram nenhum problema em relação ao ticket de embarque), você tem a opção de ir à uma agência de viagens, que eu acho que sai mais caro também, porque eu acredito que eles tenham que pagar alguma taxa para as companhias, mas eu não tenho certeza.

É isso, fixes. Espero que vocês aproveitem as dicas e façam ótimas viagens 😀
Beijos, Luíza Correia.

Primeira viagem internacional: Passaporte

Heello fixes!!!

Eu confesso que tô “in loooooove” com o blog, to adorando cada vez mais a ideia e querendo escrever 5 posts por dia. Cada segundo surgem novas ideias, mas é melhor ir com calma, né?! hahahaha.

Como eu mencionei no primeiro post, vou começar a falar sobre a minha primeira viagem internacional… Tudo começou quando eu recebi a triste notícia que uma pessoa muito importante, muito querida e muito especial (meu namorado, Rafael) tinha sido aprovado no programa Ciências sem Fronteiras (vou fazer um post depois falando tudo sobre o programa :P), isso aconteceu mais ou menos em outubro do ano passado, ele tinha sido selecionado pra fazer tipo uma Graduação Sanduíche de 1 ano em Portugal. Loucura, né?! Mas, apesar de ter ficado muito triste por causa do longo tempo longe, eu não ia dizer não. Ele organizou tudo e foi, só ficou a saudade imeeeensa que eu já tava sentindo.

Minha mãe, muito querida e rykha hahahah resolveu me dar esse agrado de ir visitar meu amado na “Zoropa”. Primeiro eu não sabia de quase nada da Europa, só o que “a gente vê pela tv e pela internet”, e garanto, é bem diferente. A viagem tinha que ser nas minhas férias, entre abril e maio, pois a Universidade que eu estudo teve greve e blá blá blá. Na minha opinião, foi a melhor época pra ter ido, não era tão alta estação e o clima tava suuuper agradável.

Dia de viagem definido, então, começo dos trabalhos. Era hora de tirar passaporte (vale ressaltar que não é necessário apresentá-lo nos países do Mercosul, onde pode-se usar a carteira de identidade normal), comprar passagens, decidir as cidades, reservar hoteis, etc.

Passaporte Brasileiro

Pra tirar o passaporte em Recife, você tem que solicitar no site da Polícia Federal (você vê do lado esquerdo “Serviços”, clica em “Passaporte” e em “Requerer Passaporte (para brasileiros)” e então em “emissão do passaporte”, no item 2). No site tem tudo, mas basicamente você preenche um formulário com seus dados, agenda o dia que você pode ir no aeroporto para levar os documentos, imprime o Guia de Recolhimento da União (GRU ou simplesmente o boleto – vale mais ou menos 15 dias), e leva na loteria pra pagar, o valor é de R$ 156,07. Chegado o dia agendado, você vai no aeroporto – a Polícia Federal fica no Térreo, pro lado direito, lá no final – com os documentos (originais):

Documento de Identidade e CPF;
Título de Eleitor e comprovante da última eleição;
Comprovante do pagamento do GRU;
Documento de quitação militar, para os homens;


Lá eles tirarão uma foto sua e colherão suas impressões digitais.

Você pode também:
Tirar “Passaporte de Emergência” se for o caso.
Consultar o andamento do seu pedido (Clique aqui) (o número do protocolo está no GRU).

O passaporte demora aproximadamente uma semana pra ficar pronto e você já poder ir pegar no aeroporto. Tive sorte, pois no dia que o meu saiu, minha mãe tava indo viajar e eu não precisei ir duas vezes lá hahaha

Bom, por enquanto é isso, gente. Amanhã eu conto a vocês umas dicas pra encontrar e definir qual a melhor tarifa de passagem.

Xoxo, Luíza Correia.